Atenção alunos do Colégio Dom Cabral para as matérias da prova de recuperação:
8ª série: Os dois últimos capítulos: Globalização mundial: realidade, possibilidade ou utopia? e Estudo de casos;Prova 6ª feira dia 06-07-2007
1ª série do ensino médio: o último capítulo: Recursos naturais e crescimento econômico.Prova 6ª feira dia 06-07-2007
2ª série do ensino médio: os dois últimos capítulos: produção de alimentos X fome? e população mundial.Prova 3ª feira dia 03-07-2007
3ª série: grandes temas da Geografia.Prova 3ª feira dia 03-07-2007
Este Blog é um espaço de interação e informação entre aqueles que gostam do conhecimento, que tem algo a ensinar e muito o que aprender.
sábado, 30 de junho de 2007
quinta-feira, 28 de junho de 2007
EXERCÍCIOS ESPECIAIS PARA 1º ANO
1 - Por que o espaço geográfico é dinâmico?
2 - Por que ele é o efeito da dinâmica de ação do homem (ou trabalho) sobre a natureza, conforme sua evolução histórica e tecnológica e os seus costumes
3 - Compare o período Paleolítico com o Neolítico da Pré-História, quando às atividades humanas e às relações entre o homem e a natureza.
4 - De que modo avançou, cada vez mais, o conhecimento humano através dos tempos?
5 - Por que o trabalho pode ser definido também como um fazer produtivo?
6 - Relacione o trabalho com as técnicas e as modificações introduzidas na natureza pelo homem.
7 - Como e para que o capitalismo promoveu a divisão de trabalho?
8 - Demonstre as relações entre a divisão de trabalho e o aumento da produtividade humana.
9 - Qual é a postura do homem frente à natureza numa sociedade antiga ou tradicional?
10 - Como a natureza e o trabalho se transformaram em mercadorias? Até que ponto o homem é condicionado ou limitado pelas forças da natureza ou meio ecológico?
11 - O que representa o espaço geográfico? Como e para que ele é criado?
12 - Por que o espaço geográfico é desigual sob o ponto de vista social e econômico?
13 - Demonstre como o Estado capitalista intervencionista organiza o espaço geográfico?
14 - Através de que meios o homem condiciona a organização do espaço geográfico atual?
15 - Esquematize as etapas de integração regional na formação dos megablocos?
2 - Por que ele é o efeito da dinâmica de ação do homem (ou trabalho) sobre a natureza, conforme sua evolução histórica e tecnológica e os seus costumes
3 - Compare o período Paleolítico com o Neolítico da Pré-História, quando às atividades humanas e às relações entre o homem e a natureza.
4 - De que modo avançou, cada vez mais, o conhecimento humano através dos tempos?
5 - Por que o trabalho pode ser definido também como um fazer produtivo?
6 - Relacione o trabalho com as técnicas e as modificações introduzidas na natureza pelo homem.
7 - Como e para que o capitalismo promoveu a divisão de trabalho?
8 - Demonstre as relações entre a divisão de trabalho e o aumento da produtividade humana.
9 - Qual é a postura do homem frente à natureza numa sociedade antiga ou tradicional?
10 - Como a natureza e o trabalho se transformaram em mercadorias? Até que ponto o homem é condicionado ou limitado pelas forças da natureza ou meio ecológico?
11 - O que representa o espaço geográfico? Como e para que ele é criado?
12 - Por que o espaço geográfico é desigual sob o ponto de vista social e econômico?
13 - Demonstre como o Estado capitalista intervencionista organiza o espaço geográfico?
14 - Através de que meios o homem condiciona a organização do espaço geográfico atual?
15 - Esquematize as etapas de integração regional na formação dos megablocos?
segunda-feira, 25 de junho de 2007
GABARITO POPULAÇÃO 2º ANO
Questões de vestibular
Q1. a) Porque não houve o descompasso anunciado por Malthus entre a produção de alimentos e o crescimento populacional. Com a evolução das técnicas agrícolas, a produção de alimentos também cresceu em progressão geométrica.
b ) O discurso alarmista neomalthusiano tende a inverter a relação entre a causa e a conseqüência do problema. O crescimento populacional é colocado como CAUSA da pobreza, quando, na verdade, a pobreza CAUSA a alta natalidade na medida em que as famílias não têm recursos para a aquisição de contraceptivos e ainda vêem os filhos como forma de aumentar o rendimento familiar.
Q2. A política do bem-estar social foi criada como uma resposta à crise capitalista de 1929. Procedeu-se de acordo com o pensamento de que, quanto maior o mercado consumidor, maiores seriam as garantias de produção e de lucro. Logo, garantir condições satisfatórias de desenvolvimento social e econômico para as famílias era a condição para se manter a saúde do próprio capitalismo.
Os estados europeus promoveram a política do bem-estar social através da arrecadação de impostos.
Com o tempo, as famílias européias e seus descendentes passaram a gozar de uma qualidade de vida melhor e, automaticamente, passaram a fazer o planejamento familiar evitando famílias numerosas e, desta forma, mantendo o padrão de vida adquirido.
Q3. a
É a alternativa que melhor traduz as informações do quadro.
Q4. a) O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), criado pela Organização das Nações Unidas (ONU), avalia com mais precisão as condições humanas e sociais de um país. A noção de desenvolvimento humano está ligada às condições sociais em que as pessoas vivem. O IDH procura fazer uma síntese utilizando 3 (três) indicadores básicos que refletem as condições sociais e classifica cada país numa escala que vai de 0 a 1.
b) Indicadores básicos: expectativa de vida ao nascer; escolaridade (taxa de alfabetização de adultos; taxa de matrículas nos níveis primário, secundário e superior) Produto Interno Bruto per capita. (Renda per capita.)
Q5. c
É a alternativa que melhor explica a rápida queda da fertilidade (políticas de controle de natalidade) e mortalidade (melhorias fito-sanitárias).
Q6. b
A alternativa 2 está incorreta porque as condições naturais e climáticas não interferem diretamente nos deslocamentos populacionais na atualidade.
A alternativa 5 está incorreta porque houve aumento da xenofobia e do terrorismo no mundo atualmente.
A alternativa 6 está incorreta porque a desintegração soviética de fato levou a um aumento da migração para a Europa, mas isso ocorreu na década de 1990 e, no caso do Afeganistão, apesar da guerra, as populações afegãs (atingidas pela guerra) não entram na Europa (não conseguem asilo nos países daquela região).
Q7. c
O quadro 1 retrata uma pirâmide etária de países subdesenvolvidos (em geral, com altas taxas de natalidade e baixa expectativa de vida), ao passo que o quadro 2 retrata uma pirâmide etária de país que já passou pela transição demográfica (redução da natalidade e aumento da expectativa de vida).
Q8. d
É a alternativa que melhor traduz os princípios da teoria reformista.
Q9. e
É a alternativa que melhor traduz os princípios da transição demográfica.
Q10. b
A alternativa II está incorreta porque a população masculina é superior à feminina na faixa até 10 anos.
A alternativa IV está incorreta porque o topo estreito indica baixa expectativa de vida e não investimentos em programas de previdência social.
Q11. a
É a única alternativa que relaciona corretamente as teorias populacionais às alternativas e propostas de cada uma.
Q1. a) Porque não houve o descompasso anunciado por Malthus entre a produção de alimentos e o crescimento populacional. Com a evolução das técnicas agrícolas, a produção de alimentos também cresceu em progressão geométrica.
b ) O discurso alarmista neomalthusiano tende a inverter a relação entre a causa e a conseqüência do problema. O crescimento populacional é colocado como CAUSA da pobreza, quando, na verdade, a pobreza CAUSA a alta natalidade na medida em que as famílias não têm recursos para a aquisição de contraceptivos e ainda vêem os filhos como forma de aumentar o rendimento familiar.
Q2. A política do bem-estar social foi criada como uma resposta à crise capitalista de 1929. Procedeu-se de acordo com o pensamento de que, quanto maior o mercado consumidor, maiores seriam as garantias de produção e de lucro. Logo, garantir condições satisfatórias de desenvolvimento social e econômico para as famílias era a condição para se manter a saúde do próprio capitalismo.
Os estados europeus promoveram a política do bem-estar social através da arrecadação de impostos.
Com o tempo, as famílias européias e seus descendentes passaram a gozar de uma qualidade de vida melhor e, automaticamente, passaram a fazer o planejamento familiar evitando famílias numerosas e, desta forma, mantendo o padrão de vida adquirido.
Q3. a
É a alternativa que melhor traduz as informações do quadro.
Q4. a) O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), criado pela Organização das Nações Unidas (ONU), avalia com mais precisão as condições humanas e sociais de um país. A noção de desenvolvimento humano está ligada às condições sociais em que as pessoas vivem. O IDH procura fazer uma síntese utilizando 3 (três) indicadores básicos que refletem as condições sociais e classifica cada país numa escala que vai de 0 a 1.
b) Indicadores básicos: expectativa de vida ao nascer; escolaridade (taxa de alfabetização de adultos; taxa de matrículas nos níveis primário, secundário e superior) Produto Interno Bruto per capita. (Renda per capita.)
Q5. c
É a alternativa que melhor explica a rápida queda da fertilidade (políticas de controle de natalidade) e mortalidade (melhorias fito-sanitárias).
Q6. b
A alternativa 2 está incorreta porque as condições naturais e climáticas não interferem diretamente nos deslocamentos populacionais na atualidade.
A alternativa 5 está incorreta porque houve aumento da xenofobia e do terrorismo no mundo atualmente.
A alternativa 6 está incorreta porque a desintegração soviética de fato levou a um aumento da migração para a Europa, mas isso ocorreu na década de 1990 e, no caso do Afeganistão, apesar da guerra, as populações afegãs (atingidas pela guerra) não entram na Europa (não conseguem asilo nos países daquela região).
Q7. c
O quadro 1 retrata uma pirâmide etária de países subdesenvolvidos (em geral, com altas taxas de natalidade e baixa expectativa de vida), ao passo que o quadro 2 retrata uma pirâmide etária de país que já passou pela transição demográfica (redução da natalidade e aumento da expectativa de vida).
Q8. d
É a alternativa que melhor traduz os princípios da teoria reformista.
Q9. e
É a alternativa que melhor traduz os princípios da transição demográfica.
Q10. b
A alternativa II está incorreta porque a população masculina é superior à feminina na faixa até 10 anos.
A alternativa IV está incorreta porque o topo estreito indica baixa expectativa de vida e não investimentos em programas de previdência social.
Q11. a
É a única alternativa que relaciona corretamente as teorias populacionais às alternativas e propostas de cada uma.
A Multiplicação da Pobreza
Para definir a taxa de fecundidade "ideal", que aponta para a estabilização do crescimento populacional de um país, demógrafos partiram de um pressuposto simples: o de que crianças são geradas por duas pessoas que, um dia, irão morrer e deverão, portanto, ser substituídas por outras duas. A chamada "taxa de reposição" é, por esse motivo, de 2,1 filhos por mulher. O Brasil já teve uma média quase três vezes superior a essa. Hoje, as famílias têm, em média, 2,3 crianças – índice bem próximo do necessário para o equilíbrio populacional. Mas este número esconde uma outra preocupante realidade na Demografia Brasileira :o fato de que persistem no mapa brasileiro regiões onde as mulheres têm um bebê por ano e chegam ao fim de sua vida fértil com mais de vinte filhos, reproduzindo um quadro semelhante ao exibido por países tão miseráveis quanto Somália e Uganda, na África. Mais grave que isso: diferentemente do que ocorria até pouco tempo atrás, esses bolsões de descontrole populacional não se situam apenas em rincões, mas nos grandes centros urbanos também – as favelas se tornaram ilhas de explosão demográfica dentro das metrópoles.
Um dado extraído do Censo do IBGE indica que, na última década, a população de favelas aumentou num ritmo quase três vezes superior à média brasileira. As maiores expansões ocorreram nas cidades de São Paulo, Belém e Rio de Janeiro. No Rio de Janeiro, enquanto a população cresceu a uma taxa de 0,74% ao ano na década passada, o número de habitantes de favelas aumentou a um ritmo de 2,4%. De acordo com os pesquisadores do IBGE, os fatores que podem ser apontados como responsáveis pelo crescimento populacional nesses bolsões, são: (com peso de 35%) foi o aumento da fecundidade, seguido pela imigração (com peso de 17%).Há outros elementos que, isoladamente, tiveram influência menor, como o aumento da expectativa de vida e a chegada de pessoas empobrecidas da própria cidade. Uma projeção feita pela Fundação Getúlio Vargas indica que a população favelada brasileira irá mais do que dobrar nos próximos dez anos caso o ritmo de crescimento populacional nessas áreas permaneça estável, poderá chegar a 13,5 milhões de pessoas.
Os números comprovam, porém, que existe um vínculo estreito entre o crescimento populacional e o desenvolvimento de uma economia. As mais pobres regiões brasileiras são as que têm as mais altas taxas de fecundidade. Nas mais ricas, é o oposto. A cidade com o menor índice de fecundidade do Brasil, São Caetano do Sul (SP), é a que apresenta a segunda maior renda per capita do país. O mesmo ocorre no âmbito das famílias: em lares onde a renda per capita não supera um quarto de salário mínimo, há em média cinco filhos, segundo o IBGE. Quando essa renda ultrapassa cinco salários mínimos, predomina o filho único. O alto número de filhos seria a razão da pobreza ou sua conseqüência? As duas coisas, respondem especialistas. Com muitos filhos, uma família com renda já escassa fica com o orçamento ainda mais espremido. As crianças são forçadas a largar os estudos para trabalhar e, assim, diminuem suas chances de superar a condição de pobreza. Sabe-se também que mulheres que não tiveram acesso ao estudo têm até três vezes mais filhos do que as que cursaram a universidade. "As altas taxas de fecundidade funcionam como uma espécie de combustível que faz girar um ciclo perverso de miséria", observa o economista Marcelo Neri, da FGV.
A Desaceleração do Crescimento Populacional
A Desaceleração
O processo de urbanização foi um dos fatores que contribuíram para refrear o aumento populacional no Brasil. Ao trocarem o campo pela cidade, as pessoas passaram a ter acesso a serviços públicos como saúde e educação. A universalização da previdência também influenciou na redução dos nascimentos, sobretudo porque fez arrefecer a crença, até hoje persistente em áreas rurais, de que a única fonte de renda na velhice viria do trabalho dos filhos – o benefício fez diminuir o temor dos brasileiros de chegar à velhice sem nenhum tostão. Um estudo feito na década de 70 chegou à curiosa conclusão de que as telenovelas foram outro fator a ajudar no encolhimento dos lares. "Como a maioria delas exibia famílias de dois filhos, o padrão acabou influenciando os casais", diz a demógrafa Elza Berquó, do Núcleo de Estudos da População da Unicamp, que participou da pesquisa na época.
Planejamento FamiliarA história das políticas de planejamento familiar é cheia de idas e vindas. Embora a distribuição de preservativos pelos hospitais públicos tenha começado nos anos 70, foi só a partir de 1996, por força de lei, que camisinhas e anticoncepcionais começaram a chegar sistematicamente às regiões mais pobres e distantes das grandes cidades. Agora, o governo federal está preparando um pacote de medidas, a ser anunciado ainda neste mês, que promete aumentar a opção de anticoncepcionais ofertados pelo Estado e dobrar o número de hospitais públicos que fazem esterilizações, hoje disponíveis em menos de 10% dos municípios brasileiros. A interferência governamental exige precisão cirúrgica para que não cause danos difíceis de reverter. O Brasil já exibe uma queda consistente nas taxas de crescimento populacional. Uma ação generalizada poderia acelerar perigosamente essa tendência. Demógrafos afirmam que é muito mais fácil diminuir a taxa de fecundidade do que aumentá-la.
A Situação da EuropaHá anos a Europa assiste à diminuição de sua população. A situação é particularmente grave em países como Itália, Espanha, Alemanha e Suíça, todos com crescimento populacional próximo de zero. Diante da perspectiva de diminuir, esses países passaram a implantar programas de estímulo à natalidade, que incluem de abatimento no imposto de renda a licença remunerada de até um ano para os candidatos a pais. Na Itália, que junto com a Espanha tem a menor taxa de natalidade da Europa (1,2 filho por casal), o problema ganhou proporções tão dramáticas que a Igreja resolveu interferir: "Italianos, façam filhos", foi o slogan da campanha lançada há dois anos. Nem o incentivo da Igreja Católica nem as benesses oferecidas pelo governo estão dando resultados. Projeções indicam que tanto a Itália quanto a Suíça estão prestes a ter crescimento populacional negativo. Ou seja, encolherão de fato. Assim como a Alemanha, a Itália já afrouxou as exigências para a entrada de imigrantes dispostos a trabalhar – a única maneira de manter a economia funcionando nos níveis atuais.
A Situação no BrasilNo Brasil, embora o crescimento populacional continue caindo, as regiões pobres e, sobretudo, as favelas vêem agravar-se fenômenos que apontam na direção contrária, como o aumento da gravidez na adolescência, por exemplo. O último censo mostrou que mulheres de baixa renda estão tendo filhos cada vez mais cedo. Nos últimos dez anos, aumentou em 42% o número de mães pobres na faixa de 15 a 19 anos. "A ação do governo tem de ser precisa e baseada em estudos que ataquem problemas localizados como esse", diz o demógrafo Paulo Murad Saad, da Divisão de Populações da Organização das Nações Unidas. Ou seja, regiões com diferentes níveis de instrução e riqueza têm de ser alvo de políticas específicas.
A bomba demográfica não vai explodir
A explosão malthusiana não aconteceu, o seu poder de detonação se esvaziou nas últimas três décadas. Texto original de Donald G. Macneil JR./ The New York Times pulbicado no jornal O Estado de São Paulo 5 de setembro de 2004
A População Mundial
Desde 1968, quando a Divisão de População da ONU previu que a população mundial, que esta agora em 6,4 bilhões, chegaria no ano de 2050, com no mínimo de 12 bilhões, este órgão tem constantemente revisado suas estimativas para baixo. Agora a previsão é que em 2050 a população mundial chegue a 9 bilhões. O que aconteceu ?Milhões de bebes morreram, de diversas causas, como, aids, malária, diarréia, pneumonia e até sarampo. Muito milhões foram abortados, para evitar o nascimento, ou, como na China e Índia, evitar uma menina, pois com o uso da tecnologia da ultra-sonografia é possível saber o sexo da criança. Mas os verdadeiros milhões que estão faltando são os bebes que nunca foram concebidos, pois no ocidente rico as mães estão trabalhando ou na faculdade e decidiram que não haveria recursos financeiros para manter três filhos na faculdade. Quase metade das pessoas do mundo vive nas cidades, e a criança não tem mais o mesmo significado da zona rural, quando uma criança significava mão de obra para o trabalho no campo. Além disso, medidas simples de saúde pública tais como represas para fornecer água limpa, vitaminas para as grávidas, lavagem de mão das parteiras, soro caseiro, vacinas e antibióticos ajudaram a dobrar a expectativa de vida no século XX, de 30 para 60 anos. Significando mais crianças, menos incentivo para gravides com mais freqüência. No final da década de 70, a taxa de natalidade média mundial era de 5,4 filhos por mulher, chegando em 2000 em 2,9.
Taxa de Reposição
Em condições normais (sem guerras, doenças etc.) um país precisa de uma taxa de fecundidade de 2,1 filhos por mulher para manter sua população estável. O exemplo mais conhecido de redução da população é a Itália, cujas mulheres antes eram símbolos de fecundidade em parte por causa das tradições camponesas do país e em parte por causa do catolicismo romano que não aceita o controle de natalidade. Em 2000, a taxa de fertilidade foi a mais baixa da Europa Ocidental - 1,2 nascimento por mulher. A expectativa é que até 2050 a população esteja 20% menor. A rica, liberal e protestante Dinamarca também ficou abaixo do nível ideal para substituição da população, que em 1970 apresentava uma taxa de 2 filhos por mulher, chega em 2001, com apenas 1,7 filhos por mulher. Na Albânia, o país mais pobre da Europa, a taxa de fecundidade era de 5,1 filhos por mulher em 1970, chega em 1999, com 2,1. Mesmo ao norte da África, região considerada a grande exceção da tendência ao encolhimento as taxas caíram. No Egito, por exemplo, onde a taxa foi 5,4 filhos por mulher em 1970, hoje não passa de 3,6. Na Tunísia e no Irã os números estão próximo de dois filhos.
China Reduz Taxa de Natalidade
As antigas idéias sobre a fertilidade asiática também são falsas , pois a China baixou a taxa de natalidade para o nível da França. A população do Japão esta diminuindo, a Coréia do Sul, um país essencialmente agrícola nos anos 50, com uma média de 6 filhos por mulher, após cinco décadas de industrialização, tem agora 1,7 filhos por mulher, uma taxa abaixo da taxa ideal para reposição da população, o que significa redução da população a médio prazo. Algumas populações podem desaparecer? Alarmados com essa tendência de redução da população, muitos países estão pagando para suas mulheres engravidarem. A Estônia paga um ano de licença maternidade. A Austrália propôs para o orçamento de 2004 uma ajuda de custo de US$ 2 mil por bebe nascido. No Japão as prefeituras começam a atacar o problema organizando excursões para solteiros. Metade do crescimento da população mundial esta em seis países: Índia, Paquistão, Nigéria, Indonésia, Bangladesh e China (apesar da redução da taxa de natalidade).
Um dado extraído do Censo do IBGE indica que, na última década, a população de favelas aumentou num ritmo quase três vezes superior à média brasileira. As maiores expansões ocorreram nas cidades de São Paulo, Belém e Rio de Janeiro. No Rio de Janeiro, enquanto a população cresceu a uma taxa de 0,74% ao ano na década passada, o número de habitantes de favelas aumentou a um ritmo de 2,4%. De acordo com os pesquisadores do IBGE, os fatores que podem ser apontados como responsáveis pelo crescimento populacional nesses bolsões, são: (com peso de 35%) foi o aumento da fecundidade, seguido pela imigração (com peso de 17%).Há outros elementos que, isoladamente, tiveram influência menor, como o aumento da expectativa de vida e a chegada de pessoas empobrecidas da própria cidade. Uma projeção feita pela Fundação Getúlio Vargas indica que a população favelada brasileira irá mais do que dobrar nos próximos dez anos caso o ritmo de crescimento populacional nessas áreas permaneça estável, poderá chegar a 13,5 milhões de pessoas.
Os números comprovam, porém, que existe um vínculo estreito entre o crescimento populacional e o desenvolvimento de uma economia. As mais pobres regiões brasileiras são as que têm as mais altas taxas de fecundidade. Nas mais ricas, é o oposto. A cidade com o menor índice de fecundidade do Brasil, São Caetano do Sul (SP), é a que apresenta a segunda maior renda per capita do país. O mesmo ocorre no âmbito das famílias: em lares onde a renda per capita não supera um quarto de salário mínimo, há em média cinco filhos, segundo o IBGE. Quando essa renda ultrapassa cinco salários mínimos, predomina o filho único. O alto número de filhos seria a razão da pobreza ou sua conseqüência? As duas coisas, respondem especialistas. Com muitos filhos, uma família com renda já escassa fica com o orçamento ainda mais espremido. As crianças são forçadas a largar os estudos para trabalhar e, assim, diminuem suas chances de superar a condição de pobreza. Sabe-se também que mulheres que não tiveram acesso ao estudo têm até três vezes mais filhos do que as que cursaram a universidade. "As altas taxas de fecundidade funcionam como uma espécie de combustível que faz girar um ciclo perverso de miséria", observa o economista Marcelo Neri, da FGV.
A Desaceleração do Crescimento Populacional
A Desaceleração
O processo de urbanização foi um dos fatores que contribuíram para refrear o aumento populacional no Brasil. Ao trocarem o campo pela cidade, as pessoas passaram a ter acesso a serviços públicos como saúde e educação. A universalização da previdência também influenciou na redução dos nascimentos, sobretudo porque fez arrefecer a crença, até hoje persistente em áreas rurais, de que a única fonte de renda na velhice viria do trabalho dos filhos – o benefício fez diminuir o temor dos brasileiros de chegar à velhice sem nenhum tostão. Um estudo feito na década de 70 chegou à curiosa conclusão de que as telenovelas foram outro fator a ajudar no encolhimento dos lares. "Como a maioria delas exibia famílias de dois filhos, o padrão acabou influenciando os casais", diz a demógrafa Elza Berquó, do Núcleo de Estudos da População da Unicamp, que participou da pesquisa na época.
Planejamento FamiliarA história das políticas de planejamento familiar é cheia de idas e vindas. Embora a distribuição de preservativos pelos hospitais públicos tenha começado nos anos 70, foi só a partir de 1996, por força de lei, que camisinhas e anticoncepcionais começaram a chegar sistematicamente às regiões mais pobres e distantes das grandes cidades. Agora, o governo federal está preparando um pacote de medidas, a ser anunciado ainda neste mês, que promete aumentar a opção de anticoncepcionais ofertados pelo Estado e dobrar o número de hospitais públicos que fazem esterilizações, hoje disponíveis em menos de 10% dos municípios brasileiros. A interferência governamental exige precisão cirúrgica para que não cause danos difíceis de reverter. O Brasil já exibe uma queda consistente nas taxas de crescimento populacional. Uma ação generalizada poderia acelerar perigosamente essa tendência. Demógrafos afirmam que é muito mais fácil diminuir a taxa de fecundidade do que aumentá-la.
A Situação da EuropaHá anos a Europa assiste à diminuição de sua população. A situação é particularmente grave em países como Itália, Espanha, Alemanha e Suíça, todos com crescimento populacional próximo de zero. Diante da perspectiva de diminuir, esses países passaram a implantar programas de estímulo à natalidade, que incluem de abatimento no imposto de renda a licença remunerada de até um ano para os candidatos a pais. Na Itália, que junto com a Espanha tem a menor taxa de natalidade da Europa (1,2 filho por casal), o problema ganhou proporções tão dramáticas que a Igreja resolveu interferir: "Italianos, façam filhos", foi o slogan da campanha lançada há dois anos. Nem o incentivo da Igreja Católica nem as benesses oferecidas pelo governo estão dando resultados. Projeções indicam que tanto a Itália quanto a Suíça estão prestes a ter crescimento populacional negativo. Ou seja, encolherão de fato. Assim como a Alemanha, a Itália já afrouxou as exigências para a entrada de imigrantes dispostos a trabalhar – a única maneira de manter a economia funcionando nos níveis atuais.
A Situação no BrasilNo Brasil, embora o crescimento populacional continue caindo, as regiões pobres e, sobretudo, as favelas vêem agravar-se fenômenos que apontam na direção contrária, como o aumento da gravidez na adolescência, por exemplo. O último censo mostrou que mulheres de baixa renda estão tendo filhos cada vez mais cedo. Nos últimos dez anos, aumentou em 42% o número de mães pobres na faixa de 15 a 19 anos. "A ação do governo tem de ser precisa e baseada em estudos que ataquem problemas localizados como esse", diz o demógrafo Paulo Murad Saad, da Divisão de Populações da Organização das Nações Unidas. Ou seja, regiões com diferentes níveis de instrução e riqueza têm de ser alvo de políticas específicas.
A bomba demográfica não vai explodir
A explosão malthusiana não aconteceu, o seu poder de detonação se esvaziou nas últimas três décadas. Texto original de Donald G. Macneil JR./ The New York Times pulbicado no jornal O Estado de São Paulo 5 de setembro de 2004
A População Mundial
Desde 1968, quando a Divisão de População da ONU previu que a população mundial, que esta agora em 6,4 bilhões, chegaria no ano de 2050, com no mínimo de 12 bilhões, este órgão tem constantemente revisado suas estimativas para baixo. Agora a previsão é que em 2050 a população mundial chegue a 9 bilhões. O que aconteceu ?Milhões de bebes morreram, de diversas causas, como, aids, malária, diarréia, pneumonia e até sarampo. Muito milhões foram abortados, para evitar o nascimento, ou, como na China e Índia, evitar uma menina, pois com o uso da tecnologia da ultra-sonografia é possível saber o sexo da criança. Mas os verdadeiros milhões que estão faltando são os bebes que nunca foram concebidos, pois no ocidente rico as mães estão trabalhando ou na faculdade e decidiram que não haveria recursos financeiros para manter três filhos na faculdade. Quase metade das pessoas do mundo vive nas cidades, e a criança não tem mais o mesmo significado da zona rural, quando uma criança significava mão de obra para o trabalho no campo. Além disso, medidas simples de saúde pública tais como represas para fornecer água limpa, vitaminas para as grávidas, lavagem de mão das parteiras, soro caseiro, vacinas e antibióticos ajudaram a dobrar a expectativa de vida no século XX, de 30 para 60 anos. Significando mais crianças, menos incentivo para gravides com mais freqüência. No final da década de 70, a taxa de natalidade média mundial era de 5,4 filhos por mulher, chegando em 2000 em 2,9.
Taxa de Reposição
Em condições normais (sem guerras, doenças etc.) um país precisa de uma taxa de fecundidade de 2,1 filhos por mulher para manter sua população estável. O exemplo mais conhecido de redução da população é a Itália, cujas mulheres antes eram símbolos de fecundidade em parte por causa das tradições camponesas do país e em parte por causa do catolicismo romano que não aceita o controle de natalidade. Em 2000, a taxa de fertilidade foi a mais baixa da Europa Ocidental - 1,2 nascimento por mulher. A expectativa é que até 2050 a população esteja 20% menor. A rica, liberal e protestante Dinamarca também ficou abaixo do nível ideal para substituição da população, que em 1970 apresentava uma taxa de 2 filhos por mulher, chega em 2001, com apenas 1,7 filhos por mulher. Na Albânia, o país mais pobre da Europa, a taxa de fecundidade era de 5,1 filhos por mulher em 1970, chega em 1999, com 2,1. Mesmo ao norte da África, região considerada a grande exceção da tendência ao encolhimento as taxas caíram. No Egito, por exemplo, onde a taxa foi 5,4 filhos por mulher em 1970, hoje não passa de 3,6. Na Tunísia e no Irã os números estão próximo de dois filhos.
China Reduz Taxa de Natalidade
As antigas idéias sobre a fertilidade asiática também são falsas , pois a China baixou a taxa de natalidade para o nível da França. A população do Japão esta diminuindo, a Coréia do Sul, um país essencialmente agrícola nos anos 50, com uma média de 6 filhos por mulher, após cinco décadas de industrialização, tem agora 1,7 filhos por mulher, uma taxa abaixo da taxa ideal para reposição da população, o que significa redução da população a médio prazo. Algumas populações podem desaparecer? Alarmados com essa tendência de redução da população, muitos países estão pagando para suas mulheres engravidarem. A Estônia paga um ano de licença maternidade. A Austrália propôs para o orçamento de 2004 uma ajuda de custo de US$ 2 mil por bebe nascido. No Japão as prefeituras começam a atacar o problema organizando excursões para solteiros. Metade do crescimento da população mundial esta em seis países: Índia, Paquistão, Nigéria, Indonésia, Bangladesh e China (apesar da redução da taxa de natalidade).
domingo, 24 de junho de 2007
Recursos naturais EXERCICIOS COMENTADOS
Questões de vestibular
Q1. D. É a única que associa corretamente a localização com o mineral.
Q2. a) Destinada, predominantemente, à exportação.
b) Desmatamento; retirada de solo fértil; assoreamento e contaminação dos cursos de água.
Q3. B. A região em destaque corresponde ao Quadrilátero Ferrífero, em Minas Gerais.
Q4. D. É a alternativa que melhor demonstra os resultados (não) alcançados pelo Projeto Grande Carajás.
Q5. E. Essa é um dos maiores riscos que corremos na atualidade: a perda de conhecimentos desenvolvidos por populações cujos saberes são pouco valorizados socialmente no Brasil;
Q6. D. A questão da biodiversidade assim como a dos mananciais de água nos trazem para o centro das discussões políticas e econômicas no século XXI.
Q7. a) 1880 – 1920. Concorrência da borracha asiática e produção irregular do Brasil.
b) A homogeneização da vegetação dificultou o crescimento das plantas, que ficaram mais expostas ao Sol; por outro lado, uma cultura homogênea aumenta as perdas de solos devido à intensidade e freqüência das chuvas na região, empobrecendo-os rapidamente; uma cultura homogênea favorece o desenvolvimento de predadores naturais.
Q1. D. É a única que associa corretamente a localização com o mineral.
Q2. a) Destinada, predominantemente, à exportação.
b) Desmatamento; retirada de solo fértil; assoreamento e contaminação dos cursos de água.
Q3. B. A região em destaque corresponde ao Quadrilátero Ferrífero, em Minas Gerais.
Q4. D. É a alternativa que melhor demonstra os resultados (não) alcançados pelo Projeto Grande Carajás.
Q5. E. Essa é um dos maiores riscos que corremos na atualidade: a perda de conhecimentos desenvolvidos por populações cujos saberes são pouco valorizados socialmente no Brasil;
Q6. D. A questão da biodiversidade assim como a dos mananciais de água nos trazem para o centro das discussões políticas e econômicas no século XXI.
Q7. a) 1880 – 1920. Concorrência da borracha asiática e produção irregular do Brasil.
b) A homogeneização da vegetação dificultou o crescimento das plantas, que ficaram mais expostas ao Sol; por outro lado, uma cultura homogênea aumenta as perdas de solos devido à intensidade e freqüência das chuvas na região, empobrecendo-os rapidamente; uma cultura homogênea favorece o desenvolvimento de predadores naturais.
Grandes temas da Geografia - EXERCÍCIOS CORRIGIDOS E COMENTADOS
Q1. A
Com o aumento do dióxido de carbono, há intensificação do efeito estufa, que se agrava quando se associa às ilhas de calor das grandes metrópoles.
Q2.
a) Porque as questões ambientais afetam o planeta como um todo, portanto não são problemas restritos a determinadas áreas, são globais.
b ) Efeito estufa: aumenta o calor em escala planetária; ocorrem, às vezes, bem distantes dos locais de emissão de poluentes, devido à circulação das massas de ar.
Q3. B
O regime político ditatorial, às vezes, até favorece maior degradação ambiental, uma vez que não é permitida contestação ou questionamento das decisões do Estado.
Q4. C
É a alternativa que melhor traduz as informações da tabela.
Q5. C
Caso uma nação viole os direitos humanos, não é justo, mas há a possibilidade de a nação adversária utilizar os mesmos métodos.
Q6. a) O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) mede o acesso da população de uma determinada região aos bens considerados mínimos para se manter um padrão de vida (segundo a ONU), são eles: renda per capita (corrigida pelo poder de compra), nível de escolaridade e expectativa de vida.
b) O Brasil, apesar de apresentar o maior produto interno bruto em relação aos demais países listados, possui um dos mais fortes sistemas de concentração de renda no mundo. Mesmo gerando muita renda, a ausência de sistemas distributivos mais equânimes dificulta o acesso à renda e repercute nos níveis de investimento social em programas de saúde e educação de grande abrangência, gerando déficits sociais e bolsões de pobreza. Os demais países citados, apesar de apresentarem PIBs inferiores ao do Brasil, possuem uma melhor distribuição de renda e, conseqüentemente, um melhor posicionamento no ranking mundial,
exceto a Colômbia.
Q7. A
As estratégias e exigências sugeridas têm aumentado o retorno de capital para os investidores.
Q8. O crescente intervencionismo inglês nas questões americanas, associado ao apoio concedido pela Inglaterra aos países que conseguiam a independência política.
Questões de vestibulares
Q1. A resposta dependerá da argumentação dos alunos.
Caso a resposta seja “NÃO”, a argumentação deverá enfocar, sobretudo, a ingerência dos EUA nos assuntos latino-americanos; as grandes desigualdades sociais e econômicas entre os países latino-americanos, assim como suas expressivas dívidas externas.
Caso a resposta seja “SIM”, a argumentação deverá enfocar aspectos associados à articulação de blocos regionais.
Q2. A
O poema escancara um dos maiores problemas da América Latina: a superexploração dos trabalhadores e a exploração predatória dos recursos naturais.
Q3. VVVF
A alternativa 4 é falsa, porque, com a Revolução Cubana, aumentaram as pressões dos EUA sobre a ilha, inclusive com a imposição de um boicote econômico que se mantém até os dias de hoje.
Q4. E
As economias latino-americanas, em geral (com algumas exceções, como o Brasil), possuem uma economia pouco diversificada e forte concentração em um determinado produto (café, na Colômbia: petróleo, na Venezuela, etc.).
Q5.
a) Queda nas exportações; fuga de capitais; crise econômica aguda.
b) Proximidade geográfica, interesses comerciais, união para o fortalecimento da região no contexto da Alca.
Q6. E
É a única alternativa que aponta corretamente os países assinalados no mapa.
Q7. A
O big stick foi uma política de intervenções na América Latina, durante o primeiro governo Roosevelt.
Q8. A
A crise dos mísseis está associada à aproximação entre Cuba e URSS em 1962.
Com o aumento do dióxido de carbono, há intensificação do efeito estufa, que se agrava quando se associa às ilhas de calor das grandes metrópoles.
Q2.
a) Porque as questões ambientais afetam o planeta como um todo, portanto não são problemas restritos a determinadas áreas, são globais.
b ) Efeito estufa: aumenta o calor em escala planetária; ocorrem, às vezes, bem distantes dos locais de emissão de poluentes, devido à circulação das massas de ar.
Q3. B
O regime político ditatorial, às vezes, até favorece maior degradação ambiental, uma vez que não é permitida contestação ou questionamento das decisões do Estado.
Q4. C
É a alternativa que melhor traduz as informações da tabela.
Q5. C
Caso uma nação viole os direitos humanos, não é justo, mas há a possibilidade de a nação adversária utilizar os mesmos métodos.
Q6. a) O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) mede o acesso da população de uma determinada região aos bens considerados mínimos para se manter um padrão de vida (segundo a ONU), são eles: renda per capita (corrigida pelo poder de compra), nível de escolaridade e expectativa de vida.
b) O Brasil, apesar de apresentar o maior produto interno bruto em relação aos demais países listados, possui um dos mais fortes sistemas de concentração de renda no mundo. Mesmo gerando muita renda, a ausência de sistemas distributivos mais equânimes dificulta o acesso à renda e repercute nos níveis de investimento social em programas de saúde e educação de grande abrangência, gerando déficits sociais e bolsões de pobreza. Os demais países citados, apesar de apresentarem PIBs inferiores ao do Brasil, possuem uma melhor distribuição de renda e, conseqüentemente, um melhor posicionamento no ranking mundial,
exceto a Colômbia.
Q7. A
As estratégias e exigências sugeridas têm aumentado o retorno de capital para os investidores.
Q8. O crescente intervencionismo inglês nas questões americanas, associado ao apoio concedido pela Inglaterra aos países que conseguiam a independência política.
Questões de vestibulares
Q1. A resposta dependerá da argumentação dos alunos.
Caso a resposta seja “NÃO”, a argumentação deverá enfocar, sobretudo, a ingerência dos EUA nos assuntos latino-americanos; as grandes desigualdades sociais e econômicas entre os países latino-americanos, assim como suas expressivas dívidas externas.
Caso a resposta seja “SIM”, a argumentação deverá enfocar aspectos associados à articulação de blocos regionais.
Q2. A
O poema escancara um dos maiores problemas da América Latina: a superexploração dos trabalhadores e a exploração predatória dos recursos naturais.
Q3. VVVF
A alternativa 4 é falsa, porque, com a Revolução Cubana, aumentaram as pressões dos EUA sobre a ilha, inclusive com a imposição de um boicote econômico que se mantém até os dias de hoje.
Q4. E
As economias latino-americanas, em geral (com algumas exceções, como o Brasil), possuem uma economia pouco diversificada e forte concentração em um determinado produto (café, na Colômbia: petróleo, na Venezuela, etc.).
Q5.
a) Queda nas exportações; fuga de capitais; crise econômica aguda.
b) Proximidade geográfica, interesses comerciais, união para o fortalecimento da região no contexto da Alca.
Q6. E
É a única alternativa que aponta corretamente os países assinalados no mapa.
Q7. A
O big stick foi uma política de intervenções na América Latina, durante o primeiro governo Roosevelt.
Q8. A
A crise dos mísseis está associada à aproximação entre Cuba e URSS em 1962.
EXERCÍCIOS DA 8ª SÉRIE - ESTUDO DE CASOS
2. Os movimentos separatistas eclodiram porque cada povo queria ou quer ser reconhecido e respeitado e não dominado.
3. a) Os limites da antiga Iugoslávia são:
ao norte – Itália, Áustria e Hungria;
a leste – Romênia e Bulgária;
ao sul – Albânia e Grécia;
a oeste – Mar Adriático.
b) A Croácia ficou com quase todo o litoral do Mar Adriático, deixando uma pequena parte para Montenegro-Sérvia.
4. No conflito da Bósnia, a comunidade internacional se envolveu na guerra com ajuda humanitária e o envio de uma missão de paz entre 1992 e 1995. Os capacetes azuis da ONU conseguiram refrear, em parte, a limpeza étnica e a formar cordões de segurança ao
redor das cidades bósnias em conflito.
5. Em Kosovo, quem manda de fato na área são as tropas da OTAN e uma missão da ONU.
7. a) O marechal Tito foi responsável pela manutenção da paz e da união da Iugoslávia durante anos. Adiversidade étnica não foi empecilho para o seu governo e, enquanto Tito esteve no poder, a Iugoslávia conseguiu um desenvolvimento econômico acima da média dos países do Leste europeu.
Quando se analisa a extensão dos ódios guardados pelos povos que viviam na Iugoslávia com a eclosão do conflito separatista, a avaliação do governo do marechal Tito ganha ainda maior importância. Por isso, ele é considerado o homem do século por Verissimo.
b) Eram os sérvios, croatas, macedônios, kosovares, eslovenios e bósnios.
c) Resposta pessoal.
Agora é com você
Q8. Letra A
Q9. (1) F
(2) F
(3) F
(4) V
Q10. Letra B
Q11.a) Esses países estão situados na Península Balcânica.
São respectivamente: a) Eslovênia; b) Croácia; c) Bósnia – Herzegovínia; d) Sérvia.
b) Conflitos étnicos, religiosos e os antagonismos entre grupos nacionais.
Desagregação Tito morre em 1980. O poder passa a ser exercido por um colegiado com representação de cada república e província e presidência rotativa. Slobodan
Milosevic, chefe do Partido Comunista Sérvio, anula a autonomia de Kosovo e Voivodina em 1989. Ao mesmo tempo, a Iugoslávia inicia uma transição para a economia de mercado, numa situação marcada pela queda do Muro de Berlim (1989) e pelo fim da URSS (1991).
Agravam-se as divergências entre a Sérvia e as demais repúblicas. Milosevic, eleito presidente sérvio em 1989, rejeita as declarações de independência da Eslovênia e da Croácia, aprovadas em 1991. O Exército iugoslavo, controlado pelos sérvios, invade brevemente a Eslovênia e ocupa um terço do território croata, iniciando uma guerra
que dura até 1992. A seguir, a Macedônia declarasse independente e Montenegro, em plebiscito, decide permanecer na Iugoslávia. Governada desde 1990 por uma coligação de bósnios muçulmanos, sérvios e croatas, a Bósnia-Herzegóvina proclama autonomia em março de 1992, após plebiscito boicotado pela minoria sérvia. Começa a guerra civil na república. A Iugoslávia não participa oficialmente, mas fornece apoio financeiro e
militar às milícias sérvias. Em maio de 2006, em um novo plebiscito, Montenegro opta por separasse da Sérvia.
c) São países importantes que poderão fazer parte da União Européia como a Eslovênia que já integrou ao bloco. A proximidade geográfica com os demais países da Europa.
12. Letra E
13. Letra D
14. Porque não está respeitando os direitos humanos.
15. Os desenhos representam exatamente a fragmentação da Iugoslávia. Hoje representada por 5 países: Eslovênia, Croácia, Bósnia-Herzegovínia, M
3. a) Os limites da antiga Iugoslávia são:
ao norte – Itália, Áustria e Hungria;
a leste – Romênia e Bulgária;
ao sul – Albânia e Grécia;
a oeste – Mar Adriático.
b) A Croácia ficou com quase todo o litoral do Mar Adriático, deixando uma pequena parte para Montenegro-Sérvia.
4. No conflito da Bósnia, a comunidade internacional se envolveu na guerra com ajuda humanitária e o envio de uma missão de paz entre 1992 e 1995. Os capacetes azuis da ONU conseguiram refrear, em parte, a limpeza étnica e a formar cordões de segurança ao
redor das cidades bósnias em conflito.
5. Em Kosovo, quem manda de fato na área são as tropas da OTAN e uma missão da ONU.
7. a) O marechal Tito foi responsável pela manutenção da paz e da união da Iugoslávia durante anos. Adiversidade étnica não foi empecilho para o seu governo e, enquanto Tito esteve no poder, a Iugoslávia conseguiu um desenvolvimento econômico acima da média dos países do Leste europeu.
Quando se analisa a extensão dos ódios guardados pelos povos que viviam na Iugoslávia com a eclosão do conflito separatista, a avaliação do governo do marechal Tito ganha ainda maior importância. Por isso, ele é considerado o homem do século por Verissimo.
b) Eram os sérvios, croatas, macedônios, kosovares, eslovenios e bósnios.
c) Resposta pessoal.
Agora é com você
Q8. Letra A
Q9. (1) F
(2) F
(3) F
(4) V
Q10. Letra B
Q11.a) Esses países estão situados na Península Balcânica.
São respectivamente: a) Eslovênia; b) Croácia; c) Bósnia – Herzegovínia; d) Sérvia.
b) Conflitos étnicos, religiosos e os antagonismos entre grupos nacionais.
Desagregação Tito morre em 1980. O poder passa a ser exercido por um colegiado com representação de cada república e província e presidência rotativa. Slobodan
Milosevic, chefe do Partido Comunista Sérvio, anula a autonomia de Kosovo e Voivodina em 1989. Ao mesmo tempo, a Iugoslávia inicia uma transição para a economia de mercado, numa situação marcada pela queda do Muro de Berlim (1989) e pelo fim da URSS (1991).
Agravam-se as divergências entre a Sérvia e as demais repúblicas. Milosevic, eleito presidente sérvio em 1989, rejeita as declarações de independência da Eslovênia e da Croácia, aprovadas em 1991. O Exército iugoslavo, controlado pelos sérvios, invade brevemente a Eslovênia e ocupa um terço do território croata, iniciando uma guerra
que dura até 1992. A seguir, a Macedônia declarasse independente e Montenegro, em plebiscito, decide permanecer na Iugoslávia. Governada desde 1990 por uma coligação de bósnios muçulmanos, sérvios e croatas, a Bósnia-Herzegóvina proclama autonomia em março de 1992, após plebiscito boicotado pela minoria sérvia. Começa a guerra civil na república. A Iugoslávia não participa oficialmente, mas fornece apoio financeiro e
militar às milícias sérvias. Em maio de 2006, em um novo plebiscito, Montenegro opta por separasse da Sérvia.
c) São países importantes que poderão fazer parte da União Européia como a Eslovênia que já integrou ao bloco. A proximidade geográfica com os demais países da Europa.
12. Letra E
13. Letra D
14. Porque não está respeitando os direitos humanos.
15. Os desenhos representam exatamente a fragmentação da Iugoslávia. Hoje representada por 5 países: Eslovênia, Croácia, Bósnia-Herzegovínia, M
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